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Criamos um modelo de sucesso mais produtivo do que sustentável. Um alerta para a construção do Bem-Ser.





Se você lidera uma organização, um time ou atua em RH, esta newsletter é para você.


Ela traz dados, reflexões e caminhos práticos para quem deseja sustentar resultados com saúde integral, propósito e segurança psicológica.


Quando se fala em saúde mental nas empresas, o que está realmente em jogo?


Essa conversa é um convite para repensarmos o sentido evolutivo da vida profissional e empresarial, tecnológico, industrial, humano e sistêmico. É hora de lembrar: lucro bom é o que melhora o mundo para quem vive nele.


Durante séculos de industrialização, moldamos o ser humano para produzir:


 • Pausas, emoções e adoecer eram tratados como ruídos


 • A lógica vigente exigia eficiência, padronização e escalabilidade



Essa mentalidade nos trouxe grandes avanços: Da medicina à mobilidade. Da higiene à longevidade. Mas hoje vivemos o custo humano dessa lógica. E ele é alto.


Ele aparece com clareza:


 • Nas relações superficiais dentro das empresas


 • Nos índices crescentes de afastamentos por transtornos emocionais


 • Em líderes exaustos, reativos e equipes desconectadas


 • Em demissões silenciosas causadas por sobrecarga emocional


Criamos um modelo de sucesso mais produtivo do que sustentável.




A pergunta não é mais: “de quem é a culpa?”


Governo, cultura, empresas, famílias, algoritmos?


Todos fazemos parte de um sistema.


A questão mais importante agora é:


👉 Quem assume o protagonismo regenerativo?



Saúde Integral é investimento, não discurso


Segundo o McKinsey Health Institute: Burnout, ansiedade e depressão geram perdas globais de mais de US$ 1 trilhão por ano em produtividade.


E no Brasil? Em 2023, o INSS recebeu mais de 3,5 milhões de pedidos de licença, destes, 472 mil foram por saúde mental


O presenteísmo, pessoas presentes, mas inoperantes está se tornando o novo normal.


Agora, um dado que muda tudo:


Um colaborador exposto a um programa de autoconsciência e práticas regenerativas tem até 40% menos chance de desenvolver transtornos emocionais graves.


(Fontes: Stanford, HeartMath, Harvard Business Review)


Isso não é mágica.


👉 É liderança restauradora.


👉 É cultura humanizada.


Vamos às contas? 




Imagine uma empresa com 1.000 colaboradores:


 • Média de 5% de afastamentos por transtornos emocionais/ano


➝ 50 afastamentos


 • Custo médio por afastamento: R$ 24.000


➝ Impacto direto: R$ 1.200.000/ano


Com um programa estruturado de saúde integral, é possível:


 • Reduzir até 40% desses afastamentos


➝ Economia direta: R$ 480.000/ano


E isso sem contar:


 • Redução de rotatividade emocional


 • Melhora na tomada de decisões sob pressão


 • Aumento do engajamento e bem-estar coletivo


 • Atração e retenção de talentos


Essa é a lógica regenerativa, com dados. E mais: Quando a alta liderança apoia investimentos como este, deixa claro que investir em saúde integral não é uma despesa assistencial é uma decisão estratégica com impacto direto em resultado, cultura e reputação.



Ignorar custa mais caro do que cuidar. Assim como juros compostos penalizam dívidas mais do que favorecem investimentos, na saúde, a lógica se inverte:


 • 3 horas de estresse podem ser suavizadas com 5 minutos de respiração consciente;


 • A autorregeneração é uma competência aprendida,não um luxo.


Empresas que cultivam ambientes restauradores criam ciclos virtuosos de bem-estar e performance e não estamos falando de pufes coloridos ou mesas de pingue-pongue.


Estamos falando de:


 • Espaços reais de respiro


 • Luz natural


 • Conexão


 • Presença intencional


E os líderes?



São os mais expostos.


 • Pressionados para entregar, inspirar, sustentar…


 • Muitas vezes sem dar conta de si mesmos


Um líder sobrecarregado gera tensão sistêmica.


Um líder presente, com capacidade de autorregulação e corregulação emocional, pode regenerar toda uma equipe.


Não se trata de suavizar metas.


Trata-se de sustentar o resultado sem adoecer o sistema.

Conflitos existem. O modo como os enfrentamos define o nível de toxicidade ou vitalidade da cultura.


Esse é o papel da consciência sistêmica.


O Programa Bem-Ser | Consciência e Saúde Integral®️


Uma resposta sólida e prática a um desafio real.


Uma estratégia viva, que une:


 • 🧠 Consciência humana

 • 📊 Evidências científicas — com assessment e análise de dados

 • 🏢 Estrutura corporativa


Para empresas que desejam longevidade com dignidade humana, inteligência emocional e lucidez organizacional.


Porque saúde não é um departamento, é o solo em que tudo cresce ou morre.


📌 Estamos prontos para apoiar essa transformação, saindo do passivo da saúde para o ativo da autoconsciência regenerativa.





 
 
 

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LiXiaumajornadahumana

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