Como sair da vitimização aprendida e redesenhar o cérebro para um caminho de prosperidade
- Ana Lícia Reis

- 15 de mar. de 2023
- 2 min de leitura
Ao longo da história vimos a necessidade de sobreviver a um ambiente estruturalmente hostil, e nossa capacidade de mapear e antecipar os perigos foi sendo desenvolvida e aguçada a cada novo alerta de perigo ou desconforto.

Além desse fator, a cultura ocidental tende a ser programada para culpabilização e o acolhimento das pessoas que sofrem, o que positivamente traz mais solidariedade, mas por outro lado, levou com que as pessoas valorizassem o sofrimento como um mecanismo de escape.
Atualmente, com o objetivo de ganhar atenção e sobreviver, nos habituamos a olhar mais para a falta, buscar os culpados e os famosos caminhos das possibilidades para desviar-nos da responsabilidade. Por isso, mesmo que sem querer passamos a condenar atitudes voltadas ao crescimento.
Claro que esse movimento quase nunca é consciente, e raramente nos damos conta de nossa “preferência” coletiva em investir tempo olhando para o que deu errado, mapeando os riscos futuros, buscando culpados por erros ou gastando tempo em justificativas.
REDESENHANDO O CÉREBRO PARA UM CAMINHO DE PROSPERIDADE
O convite para redesenhar hábitos começa por sua revisão em sair dos papéis do triângulo dramático: vítima - salvador - perseguidor. Qualquer um desses papéis nos coloca na sobrevivência e preocupados prioritariamente com ameaças.

Uma situação interessante sobre o assunto ocorreu num dos programas de desenvolvimento que realizei, inicialmente uma das pessoas ao tomar contato com esses triângulos reverberou muito na vítima interiorizada, tocou nas feridas mal cicatrizadas da infância.
Ele ficou muito irritado, e foi incrível ver como funciona bem esse sistema, pois eu na relação de facilitador e aluno, permaneci como parceira, querendo entender o desconforto, como poderia melhorar a explicação sobre o tema, e não ter ido nem para o lugar de perseguidora tampouco salvadora, o ajudou a rapidamente a descobrir sozinho, o quanto a vitimização tinha sido um apoio no qual baseava suas realizações, e sair desse lugar poderia ser arriscado.
Com essa potência sagrada que habita cada pessoa ele começou a construir hábitos protagonistas, e aprender a mover-se no triângulo do crescimento e não mais da escassez!

Caminhar para a transição do olhar interno para o mundo vendo desafios ao invés de perseguição, buscando parceiros e não salvadores, é um movimento que te colocará na tríade da prosperidade e consequentemente com olhar de protagonista.
Temos ferramentas e caminhos que podem facilitar muito essa transição e levar você, seu time e sua empresa para uma Alta Performance Sistêmica, já que elevar o nível de relacionamento produtivo dentro das organizações é fundamental.
E isso pode ser feito por meio de Team Buildings ou de um programa personalizado ao estágio de cada time.
Bora mudar essa visão e redesenhar os caminhos neuronais trilhados?!
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